Impermanência. É sobre isso que essa série de trabalhos trata. Nada é estável, nada é permanente, tudo muda o tempo todo. À medida que o gelo vai derretendo e se misturando ao gesso, perde volume, se transforma. E cada momento é capturado de uma forma diferente. Gosto de perceber as situações de diferentes ângulos. 

Parece um bombom, uma sobremesa, algo de comer, com certeza. É o que eu mais escuto. Mas é purpurina congelada com água em  forma de gelo. E enquanto a água é absorvida pelo gesso, a materialidade do pó da purpurina vai ficando mais evidente.